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"Romana by Grega" Os Chineses e os Romanos estavam a discutir acerca de quem eram os melhores artistas. O rei disse: "Vamos resolver isto com um debate." Os Chineses começaram a falar, E partiram. Os Chineses sugeriram então que cada um tivesse uma sala para trabalhar com a sua arte, duas salas viradas uma para a outra divididas por uma cortina. Os Chineses pediram ao rei cem cores, todas as variações, e todas as manhãs iam ao local onde as tintas eram guardadas e levavam-nas todas. Os Romanos não levaram cores. "Não fazem parte do nosso trabalho." Foram para a sua sala e começaram a limpar e a esfregar as paredes. Todos os dias, tornavam essas paredes tão puras e limpas como um céu sem nuvens. Há um modo que vai de todas as cores para o incolor. Saber que a magnificente variedade das nuvens e do tempo vem da simplicidade total do sol e da lua. Os Chineses terminaram e estavam muito contentes. Bateram os tambores com a alegria do trabalho terminado. O rei entrou na sala deles, maravilhado com as espantosas cores e pormenores. Os Romanos puxaram então a cortina que dividia as salas. As imagens dos Chineses estavam reflectidas cintilantemente nas translúcidas paredes dos Romanos. Ficaram ali, ainda mais belas e sempre a mudar com a luz. A arte dos Romanos é o modo Sufista. Eles não estudam livros nem pensamentos filosóficos. Eles tornam o seu amor cada vez mais claro. Sem desejos não há raiva. Nessa pureza, eles recebem e reflectem as imagens de cada momento, daqui, das estrelas, do vazio. Eles recebem-nas como se fossem vistas com a Clareza Iluminada que os vê a eles.
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